letras de cançoes portuguesas - lyrics lyric letra music songs mp3 download album artista artist musicas cançao cançoes cd cds dvd dvds acordes guitar guitarra musicas song songs portugal brazil brasileira lusa luso tuga
CANTA PORTUGAL - Letras de canções em Português / Brasileiro
Letras de Músicas arrow D arrow Da Weasel arrow Da Weasel - Para a Nóia
Sexta, 09 Janeiro 2009
 
 
Letras de Músicas
Como Enviar?
Links
Login: Enviar Letras





Perdeu a password?
Criar conta



Da Weasel - Para a Nóia PDF Imprimir E-mail
Enviado por ana   

Outra vez a paranóia
Não consigo afastar o stress
Sempre a pensar o mal não adormece
“Tentar manter a calma não te deixes vencer
não permitas que a raiva se apodere do teu ser”
Mas eu não consigo evitar em pensar nisto
Todo o dia toda a noite me atrofia,
A cabeça não está fria, de tanto maturar dói como se fosse estalar
Só quero um pouco de paz para poder recuperar
As ideias, continuam a desfilar à minha frente
Sequências diabólicas de uma mente doente
Parece que está tudo a andar à volta,
Na volta daqui a bocado vou arranjar uma escolta
Para me acompanhar numa viagem ao outro lado
A pouco e pouco a nóia deixa-me aprisionado
Não tenho hipótese alguma de sucesso estou possesso
E daqui prá frente já não há regresso
Suores frios passeiam – corpo abaixo corpo acima
Ferida aberta em carne viva que a nóia reanima
Permanentemente a queimar não deixa de me lembrar
que esta dor está aqui e veio para ficar
Tento a todo custo manter a sensatez
Digo a mim mesmo para não perder a lucidez
Mas da luz no fim do túnel já nada resta
E como nos filmes de sexta-feira à noite no canal fiesta
Sinto que já não sobra nenhum buraco aberto onde eu me possa enfiar
Talvez perto do deserto,
Posso fugir mas não me posso esconder
Posso até rezar mas não há nada a fazer
Mais cedo ou mais tarde ela apanha o passo
Quase que já posso sentir a cabra a apertar o laço
O que era o produto de uma mente distorcida
Passou para outro nível logo em seguida
A alucinação deu lugar a uma constante realidade
Com requintes dignos de um livro do Marquês de Sade
Experiencio uma metamorfose no corpo inteiro
Começa pela pele, que lavo no chuveiro
Mas isto vai avançando para um estado cada vez mais precário
O meu corpo tornou-se numa espécie de mostruário
Uma escoriação, um hematoma
Ou apenas mais uma chaga
Sucedem-se rapidamente como rimas do Virgul a dar no ragga
Olho-me ao espelho e já nada consigo distinguir
Parece que fui atropelado por um camião TIR
Não aceito mais ácidos marados do Quaresma

 
< Anterior   Seguinte >
Estatísticas
Nr. de Membros: 507
Nr. de Letras: 4746
WebLinks: 9
Em Linha
Temos 4 visitantes online


Google
 
Top! Top!

Privacidade: Utilizamos publicidade de terceiros no nosso website para suportar os custos de manutenção. Alguns destes publicitários, poderão utilizar tecnologias como os cookies e/ou web beacons quando publicitam no nosso website, o que fará com que esses publicitários (como o Google através do Google AdSense) também recebam a sua informação pessoal, como o endereço IP, o seu ISP , o seu browser, etc. Esta função é geralmente utilizada para geotargeting ou apresentar publicidade direccionada a um tipo de utilizador.