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Enviado por emilio
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Paco Bandeira Ternura dos quarenta Quando penso o que passei Fronteiras de solidão Tinha prá dar e não dei Olhei para mim e pensei
Não tenho nada na mão Tive o tempo e não senti Tive amores e não amei Os amigos que perdi E as loucuras que vivi São tantas que já não sei
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Quem eu era, quem sou eu e quem pareço Se alguém hoje me espera, com certeza que mereço Mereço ainda ,amor a tua presença Para enfrentar a vida, com a ternura dos quarent
Foram tantas as idades Da vida que atrás deixei Não quero sentir saudades Vou em outras amizades
Amar o que não amei Os copos que não bebi Os discos que não toquei Os poemas que não li Os filmes que nunca vi As canções que não cantei
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Meus amigos, importante é o sorriso Para seguir viagem Com a coragem, que é preciso Não adianta ,deitar contas a vida A ternura dos quarenta Não tem conta, nem medida
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